Imagem Televisiva e Espaço Político - Vilém Flusser

Televisão. Um palavra com diversas sílabas tal como essa máquina se comporta: apresentando diversos eventos, diversas opiniões, diversos episódios da história - mas, por um acaso,  também um instrumento que assume controle sobre o indivíduos (ainda não total). A imagem é fortemente carregada, faz com que o mundo pareça um cenário e orienta as pessoas que a veem. Ela é a mediação entre o significar e o esconder. Após fortalecida, ela tende a ser usada para inverter a relação entre o mundo experimental e a imaginação, caracterizando a idolatria. Contudo, com isso há o surgimento da escrita linear para abrir e explicar as imagens. A consciência política associada a essa linguagem é o contrário oposto da imagem e, cada vez mais, elas se desafiam. O Iluminismo foi o auge da dominação da escrita linear sobre a imagem; porém, diante disso, surge a fotografia em um contexto em que a imaginação estava cada vez mais rarefeita entre as mentes humanas.  

Compreendido isso, resta entender: 
A imagem, agora como finalidade, tem interferido no modo como a política mundial atual acontece?
A escrita linear perderá lugar para a fotografia?
Como a idolatria tem afetado o Brasil do século XXI?

Comentários

Postagens mais visitadas